Arquivo da categoria: tattoo girls

1º tattoo girls – shopping tattoos

No Tattoo Girls, além das tattoos também tinha estandes com roupas, acessórios e até pranchas de surf – nada mais apropriado, uma vez que foi quase beira mar a convenção – tudo relacionado ao mundo ink né?

O Macarrão estava pintando na hora pranchas de surf, qual o critério para atender ao pedido de um cliente? “Deixar a imaginação rolar e fazer o que der na mente.” Macarrão garante que somente uma vez comeu bola – seus clientes sempre deixam ele desenhar o que ele quer -, foi quando um cliente pediu para ele escolher o desenho e ele fez uma caveira no estilo New School (o que ele mais gosta) e na hora de entregar seu cliente era religioso e não curtiu muito o desenho hahahaha.

A lojinha intinerante, quase uma pop up store, a Rodamun estava recheada de peças bancanas que tinham como referência o mundo das tatuagens. Eu e Guga amamos as cuecas e blusas da Ed Hardy hahaha.

Tinha também lojinha de Toy Art, Lunatik, olha que lindosss eu morri na bonequinha russa!

Um dos itens que mais gostei foi este skin para notebook da Tattoo Age.

Mais fotos lá no Flickr

Foto: Guga

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1º tattoo girls – tattoo studio tattoos

O Giscard ganhou o prêmio de melhor tatuagem na categoria New School, olha as tattoos do braço dele!

Foto: Guga

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1º tattoo girl – klan tattoos

Olha que perfeito o trabalho dos meninos do estúdio Klan Tattoo!

Os tatuados Thiago e Fulvio…

As tatuagens…

Fulvio by Claudio (ele ganharam o prêmio na categoria old school)

Thiago by Neto

Os tatuadores Neto e Claudio…

Mais fotos lá no Flickr.

Fotos: Guga

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1º tattoo girls – super mario bros. tattoo

O Rafael estava na convenção terminando a tatuagem do peito com o David, do estúdio Muito Além da Tatuagem (RJ), e de cara quando eu vi as tattoos do Super Mario Bros. dele tinha que virar post né?

As do Mario Bros. ele ainda não terminou e são do estúdio Free Machine (RJ)

Fotos: Guga

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1º tattoo girls – oi, tudo bem? tattoo

Gente e não é que eu tinha fotografado o Danilo na Convenção do Led’s ano passado?

Fotos: Guga

Ano passado na Convenção…

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1º tattoo girl – dj tattoo

Durante os três dias de convenção rolaram alguns shows e DJs tocando no piso térreo, eu e Guga conseguimos tirar foto da tattoo de um deles, o DJ Yuri do Eletric Ink…

Mais fotos no Flickr.

Fotos: Guga

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1º tattoo girls – fashion patchwork tattoos

– Oiii você que é a Brisa?
– Sou…
– É a Nathalia do twitter (risos)
– Gente para mim você era mais alta por causa da foto (risos)

E foi assim que eu conheci a Nathalia na vida real hahaha. Aliás, sou mestra em achar que as pessoas são mais altas na vida real, geralmente eu nunca comento, mas como já tava meio alta saiu naturalmente hahaha. Encontrei Nat bem quando ela estava prestes a fazer sua primeira tattoo, até então tudo bem, não fosse o fato dela ter ganho a tattoo durante a convenção e do nada. Tipo: Oi você é bem branca quer fazer uma tatuagem?

Na mesma hora que ela me disse isto, eu:
– Pelo amor de deus me manda tudoooo para eu fazer um post da sua tattoo!!!!! (e repeti uma 3 vezes)

E aqui está o email dela…( Nathalia adverte: tá meio longo, mas é que a minha capacidade de síntese é nula)

Eu já queria fazer a primeira tatuagem, mas era só uma idéia que eu ainda não tinha levado a sério a ponto de colocar em prática. Recebi o release do Tattoo Girls e no jornal em que trabalho foi definida uma pauta sobre mulheres tatuadoras e tatuadas, que foi passada para outra repórter. Só que a repórter pediu demissão na semana em que a matéria tinha que ser feita e a pauta caiu no meu colo. Aí, claro, a vontade de fazer uma tatuagem aumentou.

Fui ao evento já com a intenção de achar um desenho e um tatuador, mas para fazer só no mês seguinte ou no outro. Encontrei uma amiga que estava vendendo toy art, a Dani da Lunatik, que precisava sair e não tinha quem ficasse no stand por ela. Então fiquei lá, sentadinha, fazendo nada.
Foi quando um dos organizadores do evento olhou pra mim e disse: “Você tem a pele branca!”. Oi? A gente que passa vergonha saindo vermelho e ardendo da praia não costuma esperar que os outros fiquem felizes em ver que nossa pele é branca. Mas que bom que ele ficou!
Enfim, confirmei constatação e ele falou que um tatuador precisava de uma cobaia. E já pegou meu braço e foi me levando.
Enfim, fui com ele ao stand do tatuador, o Ives, e ele disse que queria fazer uma tatuagem para concorrer à premiação. Eu hiperventilei, porque eu queria, mas eu não sabia o que ele ia fazer, eu nem sabia o que eu queria que ele fizesse, e muito menos o que eu ia dizer quando chegasse em casa. Mas topei.
Gostei da foto de uma flor de lótus, e ele disse que dava pra fazer uma tatuagem legal porque não ia ter contornos e ele ia tentar deixar o mais realista possível. Então, lá fomos nós.
No começo é meio estranho sentir a agulha, mas o Ives me dizia pra não lutar contra a dor porque era pior, o jeito era aceitá-la. Achei budista e percebi que faz sentido. Tem que respirar fundo, soltar o corpo e pensar em outra coisa. E a Xandra Joplin cantando Janis na minha frente ajudou.
Não deu tempo de terminar naquele dia e a finalização ficou para o dia seguinte, então fui para casa e senti um alívio que não dá pra descrever quando vi que já tava todo mundo dormindo e eu só ia ter que pensar em como mostrar pra família no dia seguinte.
Então, no domingo, eu acordei e, primeiro, meu pai me deu um abraço e uns tapinhas nas costas, bem no lugar da tatuagem. Parecia que sabia onde tava pondo a mão. E eu tentando disfarçar a dor.
Aí sentei para tomar café e ele colocou a mão de novo. Gente, como ele adivinhou eu não sei, mas ele sutilmente puxou a gola da camiseta e começou a rir. Já que não tinha mais jeito, cheguei do lado da minha mãe e levantei a blusa. Primeiro ela deu um breve chilique e disse que não era para eu fazer tatuagem. Aí ela parou, olhou e perguntou: “Essa é daquelas que ficam pra sempre?” e, depois da confirmação, continuou. “Mas eu não disse que não era pra você fazer tatuagem?! Eu não acredito! Mas ficou linda… Mas não era pra ter feito! Mas tá tão bonita…”, assim, desse jeito.
Meu pai só ria, falava que tava bonita, botava o dedo e fazia aquela cara de quem bem queria fazer também. Minha avó disse que tá na moda, e minha bisavó: “Mas quando você usar uma blusa aberta… A tatuagem VAI APARECER!!!”. Essa é a idéia.
Enfim, passada a assembléia familiar, voltei para o TattooGirls para terminar a flor. E dessa vez doeu. A pele já tava sensível, uma parte do desenho fica bem em cima do osso e eu entendi por que a Phoebe, naquele episódio do Friends, botou a maior pilha que ia fazer uma tatuagem, não aguentou, saiu correndo do estúdio e chegou em casa só com um pontinho azul, dizendo que era a Terra vista de longe.
Mas depois que acaba a gente respira aliviado e já começa a pensar na próxima.
Ainda mais que eu participei do concurso de tatuagens, inscrita na categoria Realismo, com a minha humilde flor de lótus, e os outros concorrentes tinham índios, leões, bonecos assassinos e o Heath Ledger.
No fim, a minha não ganhou. Os jurados elogiaram, mas quem levou o primeiro lugar foi o cara do Rio com o Chucky na perna. Merecido, aliás. O Chucky era perfeito, dava para ver cada dente do boneco, impressionante! E não tem problema, se tudo der certo, ano que vem tem mais, e depois da primeira eu fiquei menos bundona, posso fazer uma maior. “
Olha o resultado…
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Olha como ficou linda…
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Foto: arquivo pessoal da Nat.
Oi Nathalia e Adriana!!!!

Foto: Guga

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